sexta-feira, 13 de abril de 2012

Curso no La Gondola em Lisboa


Curso de Petit Lenormand!




Curso 1
“As Cartas Lenormand”
(curso de introdução e repetição)


Sábado 14 de Abril de 2012
9:00 - 13:00
no restaurante “La Gondola”


Haverá um menu especial para quem quiser almoçar, depois do curso. Estacionamento à porta.


*com um número mínimo de 3 participantes





Curso 2
“Lançamentos com as Cartas Lenormand”
(curso de aplicação e prática)


Sábado 14 de Abril de 2012
15:00 - 19:00
no restaurante “La Gondola”


Haverá um menu especial para quem quiser jantar, depois do curso. Estacionamento à porta.


*com um número mínimo de 3 participantes


                                                              Restaurante La Gondola
                                                               Avenida de Berna, 64
                                                                         Lisboa - Portugal

Curso de Petit Lenormand em Lisboa, hoje 14 de abril


Kimon Konvida”
(colegas e amigos que Kimon“ convida e recomenda)


Deborah Jazzini em Lisboa!
As Cartas Lenormand


Cursos, consultas, workshops e palestra!





Deborah Jazzini, brasileira de São Paulo, despertou muito cedo para as artes divinatórias e hoje é um dos grandes nomes no Brasil, no uso do baralho Lenormand, para o qual desenvolveu metodologias diferenciadas.
Assim também o fez para o Tarot, o baralho Italiano e o Espanhol.
No seu trabalho agrega o conhecimento das várias áreas que estudou, como Aurasoma, Reiki, Florais, Astrologia, Runas, Quiromância, Numerologia e Cabala.
Deborah Jazzini trabalha há 32 anos como taróloga, astróloga, terapeuta e professora.
Criou o site “Por Você" de atendimentos online e possui um blogue sobre as artes divinatórias.
Palestrou e ministrou cursos e workshops em várias cidades do Brasil, como também no Peru, em Portugal, Espanha, França, Argentina, Itália e Inglaterra.
Há mais de 20 anos faz atendimentos e possui um programa de rádio emitido semanalmente.






Palestra Gratuita
“As Cartas Lenormand”


Sexta-feira 13 de Abril de 2012
19:00 - 21:00
no restaurante “La Gondola”


Haverá um menu especial para quem quiser jantar, depois da palestra. Estacionamento à porta.





Curso 1
“As Cartas Lenormand”
(curso de introdução e repetição)


Sábado 14 de Abril de 2012
9:00 - 13:00
no restaurante “La Gondola”


Este curso de 4 horas custa 40 Euro*.


Haverá um menu especial para quem quiser almoçar, depois do curso. Estacionamento à porta.


*com um número mínimo de 3 participantes





Curso 2
“Lançamentos com as Cartas Lenormand”
(curso de aplicação e prática)


Sábado 14 de Abril de 2012
15:00 - 19:00
no restaurante “La Gondola”


Este curso de 4 horas custa 40 Euro*.


Haverá um menu especial para quem quiser jantar, depois do curso. Estacionamento à porta.


*com um número mínimo de 3 participantes


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Um conto de Páscoa!






Sentado na beira da calçada , com um ovo de chocolate pequenino nas mãos, olhar sério, aquele menino se pôs a imaginar. Havia muitas coisas que ele não entendia, por mais que tentasse.


Durante a semana toda, na escola, na rua, em casa , em todos os lugares só se ouvia falar de Páscoa, coelhinho e ovos de chocolate. A professora até colocou Jesus no meio da história, mas só aumentou a sua confusão; ele não conseguia organizar o pensamento. Jesus não é aquele que nasceu no Natal? Faz tão pouquinho tempo, e ele já morreu?!


Não, decididamente ele não entendia nada. Não sabia exatamente o que uma coisa tinha a ver com a outra. Afinal de contas, por que comemorar, se Jesus morreu? Por que os ovos são de chocolate? E o coelho, o que ele faz nessa história?


Complicaaadooo!!! Separava somente as coisas que entendia, e sabia o que era...
Entendia que estava esperando ganhar um ovo bem grande, daqueles que tinha visto na televisão, embrulhado num papel brilhante e com um laço de fita vermelha, que não veio, e ele sabia por quê: o dinheiro não deu.


Ele sabia. Nem seu pai e nem sua mãe tinham prometido dar-lhe um ovo de páscoa; e ele sabia, também, que o coelhinho não o trazia para ninguém. Então, como é que ele poderia satisfazer a sua vontade de comer chocolate? Como ia passar o domingo de páscoa sem comer ovo de páscoa? E a ideia veio assim, de repente!!! Por que não???


Foi até o primeiro semáforo daquela movimentada avenida e, quando o sinal ficava vermelho ele se lançava entre os carros e ia pedindo: 
- "Moço, dá um ovo de páscoa pra mim?"
- "Senhor, poderia me dar um ovo de páscoa?" 
- "Moça , dá um ovo de chocolate pra mim?" 


Assim, ia pedindo e ouvindo as mais esfarrapadas respostas, quando alguém respondia.
Até que, enfim, parou um carro velho, todo manchado de ferrugem. Dentro, um homem com cara de bravo... Ele tomou coragem, foi até lá e arriscou o mesmo pedido:
- "Moço, eu quero um ovo de páscoa".


E qual não foi sua surpresa quando aquele homem pegou, no banco do passageiro, um embrulhinho e lho estendeu pelo vidro.
- "Brigado, moço!!!"
E saiu em disparada. De volta à sua calçada, ele olhou o ovinho e sorriu feliz. Afinal, agora ele comemoraria a Páscoa.

O Sábio






" Aquele que conhece os outros é sábio.
Aquele que conhece a si mesmo é iluminado.


Aquele que vence os outros é forte.
Aquele que vence a si mesmo é poderoso.


Aquele que conhece a alegria é rico.
Aquele que conserva o seu caminho tem vontade.


Seja humilde, e permanecerás íntegro.
Curva-te, e permanecerás ereto.


Esvazia-te, e permanecerás repleto.
Gasta-te, e permanecerás novo."


O sábio não se exibe, e por isso brilha.
O sábio não se faz notar, e por isso é notado.


O sábio não se elogia, e por isso tem mérito.
E, porque não está competindo, 
ninguém no mundo pode competir com ele."


- Lao Tsé

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Castelos de Areia








Sol a pino. Maresia. Ondas ritmadas. Na praia está um menino. 


Ajoelhado, ele cava a areia com uma pá de plástico e a joga dentro de um balde vermelho. Em seguida, vira o balde sobre a superfície e o levanta. 


Encantado, o pequeno arquiteto vê surgir diante de si um castelo de areia. 


Ele continuará a trabalhar a tarde inteira. Cavando os fossos. Modelando as paredes. 


As rolhas de garrafa serão as sentinelas. Os palitos de sorvete serão as pontes. E um castelo de areia será construído. 


Cidade grande. Ruas movimentadas. Ronco dos motores dos automóveis. 


Um homem está no escritório. Em sua escrivaninha, ele organiza pilhas de papel e distribui tarefas. Coloca o fone no ombro e faz uma chamada. 


Como que num passe de mágica, contratos são assinados e, para grande felicidade do homem, foram fechados grandes negócios. 


Ele trabalhará a vida inteira. Formulando planos. Prevendo o futuro. 


As rendas anuais serão as sentinelas. Os ganhos de capital serão as pontes. Um império será construído. 


Dois construtores de dois castelos. Ambos têm muita coisa em comum: fazem grandezas com pequeninos grãos... 


Constroem algo do nada. São diligentes e determinados. E, para ambos a maré subirá, e tudo terminará. 


Contudo, é aqui que as semelhanças terminam. Porque o menino vê o fim, ao passo que o homem o ignora. 


Observe o menino na hora do crepúsculo. 


Quando as ondas se aproximam, o menino sábio pula e bate palmas. 


Não há tristeza. Nem medo. Nem arrependimento. Ele sabia que isso aconteceria. Não se surpreende. 


E, quando a enorme onda bate em seu castelo e sua obra-prima é arrastada para o mar, ele sorri... 


Sorri, recolhe a pá, o balde, segura a mão do pai e vai para casa. 


O adulto, contudo, não é tão sábio assim. Quando a onda dos anos desmorona seu castelo, ele se atemoriza... 


Cerca seu monumento de areia, a fim de protegê-lo. 


Tenta impedir que as ondas alcancem as paredes. Encharcado de água salgada e tremendo de frio, ele resmunga para a próxima onda. 


“É o meu castelo” diz em tom de afronta. 


O mar não precisa responder. Ambos sabem a quem a areia pertence... 


Talvez você não saiba muito sobre castelos de areia. Mas as crianças sabem. 


Observe-as e aprenda. Vá em frente e construa, mas construa com o coração de uma criança. 


Quando chegar a hora do pôr-do-sol e a maré levar tudo embora, aplauda. 


Aplauda o processo da vida, segure a mão do pai e vá para casa.  


A vida tem sua dinâmica própria, e obedece a leis transcendentes que nem sempre conseguimos compreender totalmente... 


Mas o certo é que a roda da vida gira e nos oferece lições importantes para serem apreendidas e vividas. 


Resta-nos conhecer e confiar. Observar e aprender. 


Por isso, vá em frente e construa, mas construa com o coração de uma criança. 


E quando chegar a hora do pôr-do-sol e a maré levar tudo embora, aplauda. 


Aplauda o processo da vida, segure a mão do Pai e vá para casa.


Autor desconhecido

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O Remédio




João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem bastante inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa alem do seu mundo material. 


Um certo dia, estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse remédio logo iria morrer. 


Muito nervoso, e após a insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia pra pegar o remédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio mesmo no escuro e entregando à criança que agradeceu e saiu dali ás pressas. Minutos depois percebeu que havia entregue o remédio errado pra criança e que se sua mãe o tomasse teria morte instantânea. 


Desesperado tentou alcançar a criança mas não teve êxito. Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus, que não o deixasse passar por assassino. De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar deparou-se com a criança a dizer: 


- Senhor, por favor não brigue comigo, mas é que cai e quebrei o vidro de remédio, dá pro senhor me dar outro? 


Sabe, Ele está sempre nos ajudando, nós é que não percebemos isso... 


Lembre-se: a mão Dele vai sempre estar sobre nossas cabeças. 


Autor Desconhecido

sábado, 31 de março de 2012

O Barbeiro, Eça de Queiróz




O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia,
havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque
estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.


"Os políticos e as fraldas devem ser trocados freqüentemente e pela mesma razão."


Eça de Queiróz

sexta-feira, 30 de março de 2012




Vamos compartilhar essa!

Conversas Cartomânticas: Conexão Reporter. Ou: da natureza da profissão, só que ao contrário.

Conversas Cartomânticas: Conexão Reporter. Ou: da natureza da profissão, só que ao contrário.

Uma história, autor desconhecido.




Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu.
O anjo guardião levou-o por várias alamedas e foi mostrando a ele as moradias do céu.
Passaram por uma linda casa com belos jardins.
O homem, admirado, perguntou: - Que linda casa, quem mora aí?
O anjo respondeu: - É o Raimundo, aquele seu motorista que morreu no ano passado.
O homem ficou pensando: -Puxa! Se o Raimundo tem uma casa dessas, aqui deve ser muito bom!
Logo a seguir, surgiu uma outra casa muito mais bonita e ele perguntou mais admirado ainda: - E aqui, quem mora?
O anjo respondeu: - Aqui é a casa da Rosa, aquela que foi sua cozinheira.
O homem ficou imaginando que, tendo seus empregados belas residências, sua morada deveria ser, no mínimo, um palácio, e ficou ansioso por ver a sua nova casa no céu.
Nisso, o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e disse: - Esta é a sua casa.
O homem ficou indignado: - Como é possível? Vocês sabem construir coisa muito melhor!!! Porque minha casa é tão horrível, logo a minha...
- Sabemos construir belas casas sim, respondeu o anjo, mas nós construímos apenas a casa. O material é selecionado e enviado por vocês mesmos. Você só enviou isso!


Moral da História:


Cada gesto de amor e partilha com o próximo é um tijolo com o qual construímos a nossa casa na eternidade.
Tudo se decide por aqui mesmo, nas escolhas e atitudes que você faz todo dia. 
Por isso, é importante nós pensarmos bem a respeito de nossos valores, atitudes e ações, para que, mais tarde, não soframos por todas as conseqüências de nossos erros.
Contribua com o melhor material para erguer sua casa.
Depende só de você!

quinta-feira, 29 de março de 2012

As Novas Mudanças, Dr. James Hurtak, Phd




AS NOVAS MUDANÇAS
 Por: Dr. James Hurtak, Phd




As dores físicas, especialmente na coluna, ombros e costas: 


Isto é resultado de intensas mudanças no nível do DNA à medida que "a semente da nova energia" vai despertando dentro de vocês. Tudo isto passará.


Sentimento de profunda tristeza interior sem razão aparente:


Vocês estão liberando seu passado (desta vidas e de outras) e isto provoca este sentimento de tristeza. É como a experiência de se mudar de uma casa onde vocês moraram por muitos anos para uma nova. Quanto mais vocês quiserem ir para esta casa nova, mais experimentarão a tristeza de deixar para trás as recordações, a energia e as experiências da casa antiga. Tudo isso também passará.


Mudanças repentinas no trabalho e na profissão:


Sintoma muito comum. Quando vocês estão mudando, as coisas ao seu redor também mudam. Não se preocupem em encontrar o trabalho ou a profissão perfeita. Tudo isto passará. Vocês estão em período de transição e deverão passar por muitas mudanças de trabalho antes de encontrar o que realmente os atrai.


Afastar-se das relações familiares:


Vocês estão conectados com sua família biológica através do carma passado. Quando termina o ciclo cármico, os vínculos estabelecidos com essas relações se liberam. Ainda pode parecer que a relação com sua família e amigos esteja à deriva. Tudo isto também passará. Passado um tempo, vocês poderão novamente retomar a relação com eles se for apropriado. De qualquer maneira, essa nova relação se baseará numa nova energia, sem vínculos cármicos.


Padrões de sono anormais: 


Pode ocorrer que vocês se sintam muito sonolentos ou despertem muitas noites entre as 2 e as 4 horas da manhã. Há muito trabalho a ser feito em seu interior, o que faz com que a mente necessite de uma folga. Não se preocupem. Se não puderem pegar no sono outra vez, levantem e façam alguma coisa em vez de ficar na cama preocupando-se com assuntos mundanos. Tudo isto também passará.


Sonhos intensos:


Podem incluir sonhos com conteúdo de batalhas ou guerras, sonhos em que são perseguidos ou sonhos com seres monstruosos, ou que correm para fugir de algum monstro. Vocês estão literalmente liberando velhas energias de dentro de vocês. E estas energias do passado são representadas como lutas. Tudo isto passará.


Desorientação física:


Algumas vezes se sentirão como se não estivessem pisando no chão.


Sentir-se desafiado pelo espaço:


Com a sensação de não conseguir pôr os pés no chão ou de andar entre dois mundos. Durante a transição de sua consciência para uma nova energia, o corpo pode ficar estafado. Vocês precisam passar mais tempo na natureza para enraizar a nova energia em seu interior. Tudo isto passará.


Aumento das conversas consigo mesmos:


Vocês se verão mais frequentemente falando com o seu eu interno. Há um novo nível de comunicação assentando-se no seu ser. Vocês estão experimentando a ponta do iceberg com essa sua conversa interna. As conversas se intensificarão e se farão mais fluidas, mais coerentes e mais visionárias. Vocês não estão ficando loucos; apenas estão dando vazão à nova energia.


Sentimentos de saudade: 


Ainda que estejam na companhia de outros, podem sentir-se sós e separados dos demais. Poderão sentir o desejo de se afastar dos grupos e da multidão. Como humanos angélicos, estão caminhando para o caminho sagrado que cada um tem que trilhar por si próprio. Quanto mais ansiedade esses sentimentos de saudade lhes causam, mais difícil será interagir com os demais nesses momentos. Os sentimentos de saudade também estão associados ao fato de que os seus “guias” anteriores se foram. Eles estiveram com vocês por todas as viagens, em todas as vidas. Mas veio o momento de se afastarem para que vocês pudessem partilhar seu espaço com sua própria Divindade. Tudo isto também passará à medida que a voz interior se encha com o Amor e a energia da própria consciência Crística.


Perda da paixão:


Vocês podem sentir-se totalmente desapaixonados, ou com pouco desejo de fazer as coisas. Está bem assim. Isto também faz parte do processo. Vocês tomarão algum tempo para não fazer nada. Não lutem consigo mesmos por isso, porque tudo isto passará. É parecido com o ato de reiniciar o computador. Vocês necessitam parar por um breve período para carregar um software novo e mais sofisticado, que, neste caso, é a nova energia da semente Crística.


Um profundo anseio de voltar para Casa:


Esta é a condição mais difícil e desafiante de todas. Vocês poderão experimentar um desejo profundo e irresistível de deixar o planeta e retornar ao "Lugar". Não é um sentimento suicida, pois não está baseado em raiva nem em frustração, e vocês não querem nenhum drama, nem para vocês nem para ninguém. Há uma parte muito pequena de vocês que quer voltar para Casa, pois vocês completaram seu ciclo cármico, concluíram o contrato com a vida atual, e estão liberados para se empenhar em uma nova vida. 


Porém, ainda estão num corpo físico, e mesmo que estejam preparados para aceitar os desafios relativos à entrada numa Nova Energia, e de fato vocês poderiam voltar para Casa neste exato momento, vocês percorreram um longo caminho, e depois de tantas vidas, seria vergonhoso se vocês deixassem a cena antes de o filme terminar. 


Além disso, o Espírito necessita que vocês ajudem os demais a fazer a transição para a nova energia. Eles necessitam de um guia humano, como vocês, que caminharam da velha energia para a nova. A senda pela qual vocês estão caminhando os provê de experiências que os capacitaram a chegar à maestria do Novo Humano Divino. 


E apesar de às vezes a sua viagem parecer escura e solitária, lembrem-se de que jamais estão sozinhos e que serão ajudados se pedirem.

Quanto Maior o Obstáculo, Maior a Luz em Potencial - Yehuda Berg




Pelo menos uma vez por semana na hora do almoço, eu ia à lanchonete que ficava em frente à minha escola.
Apesar de minha mãe sempre preparar o meu lanche, quase sempre ficava aguando um bagel. Saía uma fornada quentinha duas vezes ao dia e o intervalo na escola correspondia à segunda fornada.
Meu preferido era o bagel de cebola com uma camada fina de cream cheese.
Eu ia lá há tanto tempo que todos os atendentes já me conheciam e cortavam e esquentavam meu bagel antes mesmo que eu passasse pela porta.
Sentia-me prestigiado com isso.
Isso me dava uma sensação de pertencimento pela qual ansiava naquela época.
Só tinha um cara — um cara mais velho, com costeletas grisalhas espessas e sobrancelhas cerradas — que me fazia fazer meu pedido todas as vezes.
Enquanto os outros balconistas me perguntavam como eu estava indo na escola ou, ao ficar mais velho, se eu tinha encontrado alguma garota legal, esse homem nunca falava comigo sobre nada pessoal.
Eu pedia educadamente meu bagel de cebola, só com um pouquinho de cream cheese. E, quando ficava pronto, ele não me entregava diretamente como os outros faziam, mas deixava com o caixa.
Então, quando eu abria o bagel, invariavelmente encontrava uma camada grossa de cream cheese, tendo que raspar o excesso para conseguir comer.
No início, eu raspava o excesso de cream cheese fora da loja, porque não queria que o homem ficasse chateado por ter cometido um erro.
Mas, com o passar do tempo e ele continuando a ignorar solenemente meu pedido de só um pouquinho de cream chesse, comecei a raspar o excesso bem na frente dele, esperando que ele entendesse a mensagem. Nunca o confrontei diretamente. Pensei em dar-lhe uma lição de humildade ao retirar visivelmente o excesso de cream cheese. Mas, se notou, nunca deu a entender.
Assim como levei para o lado pessoal o outro homem se lembrar do meu pedido usual, também levei para o lado pessoal o fato de este homem sempre errar o meu pedido.
Ao limpar o bagel, observava suas interações com os outros clientes.
Às vezes, ele era tão taciturno com os outros quanto era comigo.
Mas, com a mesma frequência, perguntava a alguém sobre o tempo ou ria de algum acontecimento ocorrido na semana anterior.
Fiquei enredado em nossa dinâmica, a tal ponto que comecei a ir à lanchonete mesmo nos dias em que nem estava cem tanta vontade assim de comer um bagel. Minha raiva do homem da lanchonete cresceu tanto que às vezes pensava nele de noite antes de adormecer.
Toda vez em que me lembrava da forma como ele me tratava, ficava revoltado de raiva de novo.
Felizmente, estava focado na Fórmula de Transformação em meus estudos de Cabala e recentemente tinha aprendido uma lição com o garoto que colava de mim nas provas. Então decidi resistir ao meu comportamento reativo, mas, ao mesmo tempo, não tinha muita certeza no que isso implicava.
Isso queria dizer que eu deveria procurar uma outra lanchonete?
Não havia outras por perto.
E, além disso, estes eram os meus bagels preferidos. Isso queria dizer que eu não deveria pedir bagel nos dias em que ele estivesse trabalhando?
Ou que se ele fosse o atendente a me servir, eu deveria dar a vez a outro freguês e esperar ser servido por outra pessoa?
Nenhuma dessas soluções me parecia certa.
Decidi continuar a ir à lanchonete nos dias em que realmente estivesse a fim de comer bagel e fazer meu pedido a quem estivesse disponível, mas parar de raspar o cream cheese do meu bagel na frente do homem.
Então uma coisa estranha aconteceu: comecei a gostar do meu bagel com mais cream cheese. Não todos os dias, mas nos dias em que aquele homem fazia o meu sanduíche, comecei a achar reconfortante o cream cheese a mais.
Quando era ele quem me atendia, parei de pedir menos cream cheese.
Recebia exatamente o mesmo bagel de sempre, mas não estava mais construindo um obstáculo para gostar do bagel.
Não estava mais me fazendo de vítima.
Tinha criado espaço para aproveitar algo de novo.
Depois de praticar gostar do que o homem me dava por vários meses, experimentei pedir menos cream cheese e educadamente chamar a atenção dele para o fato de que punha cream cheese demais.
Ele ouviu, assentiu com a cabeça e depois disse: "Que bom que você falou.
Vou me lembrar da próxima vez."
E assim foi, mas, verdade seja dita, comecei a sentir falta da dose extra de cream cheese!
Por um momento, pensei se o homem tinha estado esperando que eu me expressasse em palavras em vez de tentar, de forma passiva-agressiva, puni-lo, mas abri mão desses pensamentos.
Não há como saber de verdade o que está acontecendo na mente de outra pessoa. Pense como é difícil saber o que se passa na sua própria mente!
Do que abri mão, no entanto, foi da prática de resistir ao meu comportamento reativo.
Nesse caso, eu tinha levado um tempo para entender os "comos", mas, depois que fiz isso, os resultados foram instantâneos e maravilhosos. Comecei a apreciar mais a vida, curtindo o meu almoço de uma forma nova e inesperada.
Além disso, removi o estresse de um ambiente que frequentava sempre.
Isso pode soar como um pequeno acontecimento na minha vida, mas, na verdade, foi central.
Ele me mostrou, de todas as formas, a conexão direta entre Resistência e a Luz. Uma das coisas que comecei a perceber durante esse tempo foi que quanto maior o problema que eu enfrentava, tanto maior era o impulso para reagir.
E quanto maior minha reação em potencial, mais Resistência eu tinha que opor.
E quanto mais Resistência eu opunha, mais Luz eu permitia que entrasse na minha vida.
Apesar de não poder dizer que passei conscientemente a procurar enfrentar obstáculos, minha reação a eles certamente mudou. Se eu pudesse treinar minha mente a reagir com gentileza e compaixão tanto em relação a mim mesmo quanto ao Oponente, minha vida se tornaria ainda mais rica.
O que aprendi com o homem do bagel, depois apliquei ao professor que me deu uma nota muito menor do que eu achava que merecia.
E ao treinador que me fez ficar no banco de reservas num jogo de basquete importante.
E ao meu irmão, que pegou minha caneta-tinteiro e a perdeu.
E aos meus pais, que, com a melhor das intenções, tinham dificultado minha vida traçando um caminho tão diferente do dos outros.
Houve momentos em que fiquei com tanta raiva que tive vontade de esmurrar alguém e momentos em que fiquei tão triste que quis me deitar em posição fetal e chorar.
Depois houve momentos em que fiquei tão feliz e em êxtase, que não conseguia ficar quieto sentado. Em cada situação, lutei contra meu comportamento reativo. Lembrei-me que os atos ou comentários das outras pessoas não eram dirigidos a mim e, mesmo se fossem, isso não queria dizer que eu tinha que reagir a eles, de forma positiva ou negativa, de maneira a me desconectar nesse momento específico.


A mudança começa com a nossa vontade de sentir pelo que estamos passando, e não conseguimos fazer isso se sairmos do momento presente adotando um comportamento reativo.
Para nos transformarmos de verdade, precisamos nos abrir para ter uma relação compassiva com todas as partes de nós mesmos — mesmo as partes de que mais desgostamos, as partes que nos causam mais problema.
Mas como vamos conseguir conhecer essas partes se ficarmos sempre nos escondendo ou gritando ou fugindo?
E, ao refrearmos nosso comportamento reativo, poderemos pensar nele, senti-lo, conhecê-lo.
E, ao fazer isso, podemos transformá-lo em comportamento proativo, que é curativo tanto para nós quanto para os outros.
Meu ADD foi talvez o maior obstáculo que enfrentei naquela época e, de muitas formas, isso parece continuar a ser verdade hoje.
Não é o tipo de coisa que se resolve por si só, tive que me adaptar a isso.
Mas depois que parei de ficar tão zangado comigo mesmo e com minha sorte na vida, tive condições de apreciar o meu ADD.
Assim como aprendi a gostar de bagel com muito cream cheese, aprendi a apreciar os diferentes caminhos que meu ADD me levou a trilhar.
Tornei-me uma pessoa muito mais forte por ter que aprender a como cuidar de mim de maneiras específicas. Meu ADD também me protegeu de muitas situações potencialmente perigosas. E, por ter que deixar a escola em momentos de sofrimento, acabei me metendo em várias aventuras e conheci pessoas interessantes.
Comecei a encarar o meu ADD como um presente, e é assim ainda hoje.
Tudo tem uma razão de ser.
E, por causa disso, tudo é um presente.
Quanto mais entendemos isso, mais podemos refrear nosso comportamento reativo. E, quanto mais refreamos nosso comportamento reativo, mais nossas vidas ficarão repletas de Luz em termos práticos; aprender a resistir ao comportamento reativo é como aprender uma nova habilidade.
É preciso praticar e é preciso começar do zero.
Não faz sentido acordar amanhã de manhã e decidir resistir a seu maior e mais doloroso comportamento reativo.
É preciso se preparar para isso.
Comece a praticar com a garota que fura a fila na cantina da escola ou com o cara que pega a sua vaga no estacionamento.
Depois aos poucos passe para pessoas com quem tenha relações mais próximas: amigos íntimos, parentes, talvez um professor.
Depois que comecei a trabalhar como professor e escritor, tive a honra de conhecer muitos adolescentes. Tenho alguma ideia dos problemas pelos quais eles passam, as inúmeras decisões que precisam ser tomadas a cada dia.
Nem sempre é claro definir quais situações exigem Resistência e quais não.
Então, sigam seus instintos.
Prestem atenção especial aos casos em que sabem que algo é ruim para vocês, mas decidem fazer isso de qualquer forma — ou quando têm uma sensação estranha no estômago que lhes deixa entender que algo está acontecendo.
E não se esqueça que o comportamento reativo gira em torno tanto de momentos positivos quanto de obstáculos.
É igualmente fácil ficar viciado em elogios e na sensação de pertencimento.
Ao se sentir seguro, inteligente ou bonito por causa de um elogio ou sensação de inclusão, estamos reagindo à ideia que os outros têm de nós, e não a nossa própria ideia a respeito de nós mesmos.
E embora isso seja um comportamento humano comum, é comportamento reativo também.
Então, ao praticar a Resistência, certifique-se de trabalhar com elogios bem como com insultos!
Uma moça conhecida minha aplicou a Fórmula da Transformação a um problema que estava tendo com o sexo.
Ela estava saindo com um rapaz de quem ela gostava muito há cerca de um mês e ele a estava pressionando. Ela também queria transar, mas só depois que o conhecesse melhor e não necessariamente dentro do carro dele, na ida ou na volta da escola.
Ele era um rapaz carismático e cada vez que eles ficavam juntos, ela se via permitindo que ele avançasse um pouco mais.
Ele era seu primeiro namorado e ela não queria desapontá-lo.
Aí as notas delas começaram a cair, ela começou a brigar mais com os pais e seus amigos começaram a reclamar do seu sumiço.
Se fosse honesta de verdade consigo mesma, teria que admitir que não estava pronta para o sexo. Mas não queria perder o namorado.
Por fim, percebeu que, cada vez que fazia sexo com seu namorado, estava sendo reativa.
Ela o tornara a causa e a si mesmo, o efeito.
Esse ritual que compartilhavam a respeito de tudo, de sexo oral a uma rapidinha no carro antes da aula, lhe dava uma falsa sensação de pertencimento.
Ela vinha reagindo às expectativas dele a seu respeito e, ao fazer isso, ela tinha se fechado para a Luz.
Depois de estudar Cabala, essa garota foi capaz de repensar sua relação com o namorado e decidiu que, na próxima vez que ele fizesse uma investida sexual, ela recusaria. Ela estaria sendo verdadeira consigo mesma.
Se ele terminasse o namoro por causa disso, que assim fosse.
Porém, ela sabia que tinha que ser proativa.
Não foi fácil.
Na manhã seguinte, ele a levou para a escola de carro e estacionou como sempre na ruazinha transversal. Depois de alguns beijos preliminares, ele pôs a mão por baixo da saia dela e ficou espantado e depois zangado quando ela a tirou.
No dia seguinte, a situação se repetiu.
No outro dia também. Ele foi ficando cada vez mais zangado com ela, mas ela se segurou para não ter um comportamento reativo. Ao contrário, disse-lhe claramente que, apesar de gostar de beijar e dar uns amassos, não estava curtindo transar e tinha decidido não fazer mais isso com ele — pelo menos até que as coisas entre eles amadurecessem de forma mais natural. Por fim, depois de um rompimento sofrido que durou várias semanas, ele veio falar com ela cheio de remorsos e disse-lhe que a decisão dela estava certa e que admirava a sua força. Ele perguntou se ela não gostaria de pensar em voltar com ele, se as coisas fossem mais devagar.
Ela concordou e muitos anos depois eles ainda estavam felizes juntos.
Nem todas as histórias de Resistência têm final feliz.
Mas frequentemente quando você desiste de pessoas e coisas consideradas preciosas no passado, os sentimentos que procura voltam a você de maneiras diferentes.
Por exemplo, essa moça podia ter perdido o namorado para sempre, mesmo que ele tivesse mudado de ideia — mas, ao ficar sozinha de novo, ela poderia se abrir para encontrar um rapaz mais apropriado, mais em sintonia com seus sonhos e metas.
Não temos como prever isso, mas podemos vivenciar isso.
E vivenciamos isso resistindo.
Estamos no controle de nossas vidas, mas a única maneira de vivenciar isso é por meio da Resistência.
Nossa sociedade nos estimula a trilhar o caminho da menor resistência, para alcançar situações fáceis e confortáveis na vida.
Pensamos que, ao fazer isso, estamos nos protegendo do sofrimento e, portanto, estamos sendo bondosos conosco mesmos.
Mas, na verdade, essa atitude só nos deixa mais temerosos e mais alienados.
Isso reforça nossa sensação de isolamento e essa separação age como uma prisão. Ela restringe nossa habilidade de cuidar de nós mesmos e dos outros, até dos mais próximos. Curiosamente, quanto mais tentamos nos proteger do desconforto, mais sofremos.
Só ao nos abrirmos para isso é que podemos reconhecer nossa afinidade com todas as coisas. É disso que tratam esses passos: amar o semelhante — todos os semelhantes e não apenas de quem gostamos — como a nós mesmos.
Ficar no conforto não gera Luz duradoura.


Estes textos são um desafio a deixar sua zona de conforto e saudar situações desconfortáveis.
Sim, o caminho da maior Resistência causa dor e desconforto, mas depois que isso diminui percebemos que o caminho de maior Resistência é a única maneira de gerar realização infinita, alegria irrestrita e iluminação ilimitada.
Imagine que Deus lhe diga que lhe daria um milhão de dólares (um milhão de dólares!) toda vez que alguém o magoasse ou deixasse com raiva, desde que você abrisse mão de qualquer comportamento reativo.
É provável que você passasse a acordar de manhã rezando para que alguém o magoasse. E, quando o fizesse, você praticaria a Fórmula da Transformação com toda a força de pensamento.
Dinheiro é transitório — você o gasta, o supermercado o engole, alguém o rouba, etc. Mas a realização infinita dura para sempre.
E Deus está lhe oferecendo exatamente esta barganha.
Aceite o desafio.
Quanto mais resistir, mais cheio de Luz seu mundo ficará.


Por: Yehuda Berg

Aproveite o Momento - Yehuda Berg




Existem dias durante o ano que nos permitem nos elevar acima do nosso mundo em curto-circuito de caos e acessarmos um nível mais alto de energia. 
Os oito dias até a festa de Pessach (15 de Nissan), são dias assim. 
Nesta época recebemos auxilio espiritual do universo para nos ajudar a criar um circuito de energia mais forte na qualidade da nossa vida.
Cabalisticamente, há uma oportunidade poderosa de transformar e mudar nossa vida por um ano e para sempre. 
Não se trata de se lembrar de algo que aconteceu no passado. 
Trata-se de recordar do que esta acontecendo agora aqui e de saber como acessar a energia disponível.
Podemos escapar das cadeias de padrões repetitivos, de relacionamentos errados, de medos, dores, pensamentos sem controle que nos deixam doidos, da preguiça e da falta de energia e entusiasmo. 
Podemos nos retirar do nosso próprio Egito pessoal.
Como é o seu Egito? 
O que mexe com você? 
Quais são as suas inseguranças? 
Como você tem dúvidas a respeito de si mesmo?
Preste atenção.
Quando alguém disser algo que lhe desestabilize, não atire no mensageiro. 
Investigue por que o comentário provocou uma reação emocional tão forte para início de conversa.
Pergunte a si mesmo:
Por que este comentário me deixou tão zangado (ou triste, na defensiva, magoado, me sentindo julgado ou atacado)?
Nestes 8 dias, exponha suas áreas de fraqueza, seus pontos vulneráveis de atenção
O que você pode fazer para mudar as coisas? 
Os portões estarão abertos esta semana. 
Deixe para trás tudo que lhe domina. 
Faça o esforço adicional de olhar para dentro.
Você pode obter a chave que abre os portões para o resto do ano.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Sabedoria Celta





Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que a musica seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.
Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração.
Que em cada amigo o teu coração faça festa, que celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.
Que em teus momentos de solidão e cansaço, esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.
Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível, tocando o centro do teu ser eterno.
Que um suave acalanto te acompanhe, na terra ou no espaço, e por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver.
Que o teu coração sinta a presença secreta do inefável!
Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu viver e a tua passagem pela vida, sejam sempre abençoados por aquele amor que ama sem nome.
Aquele amor que não se explica só se sente.
Que esse amor seja o teu acalento secreto, viajando eternamente no centro do teu ser.
Que a estrada se abra à sua frente.
Que o vento sopre levemente às suas costas.
Que o sol brilhe morno e suave em sua face.
Que respondas ao chamado do teu Dom e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho.
Que a chama da raiva te liberte da falsidade.
Que o ardor do coração mantenha a tua presença flamejante e que a ansiedade jamais te ronde.
Que a tua dignidade exterior reflita uma dignidade interior da alma.
Que tenhas vagar para celebrar os milagres silenciosos que não buscam atenção.
Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma.
Que sintas cada dia como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro.
Que a chuva caía de mansinho em seus campos...
E, até que nos encontremos de novo.
Que os Deuses lhe guardem na palma de Suas mãos.
Que despertes para o mistério de estar aqui e compreendas a silenciosa imensidão da tua presença.
Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos.
Que recebas grande encorajamento quando novas fronteiras acenam.
Que este amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração, e os teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora.
Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença que está em ti e em todos os seres.
Que o teu viver seja pleno de Paz e Luz!